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Cooperativismo

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História do Cooperativismo

Repartição

Cooperativa de Crédito é Obra de Uma Grande Mulher

O Brasil possui hoje milhares de Cooperativas de Crédito, entre urbanas e rurais, que beneficiam milhares de pessoas. Por detrás do sucesso cãs cooperativas de crédito está o trabalho de uma mulher, Maria Tereza Teixeira Mendes.

Carioca, filha de uma tradicional família, Terezita como era chamada, foi a fundadora da primeira cooperativa de crédito do país. Em janeiro de 1960 criou a cooperativa de Crédito dos empregados da Conferência nacional dos Bispos do Brasil, com 80 participantes.

Para conseguir fundar essa primeira cooperativa, Terezita percorreu um longo caminho. Em 1950, trabalhando como responsável pelo registro de cooperativas rurais no Ministério da Agricultura, ela conseguiu uma bolsa para estudar cooperativismo na França e na Suíça, através da OIT, Organização Internacional do trabalho. Começava ai o seu envolvimento com o cooperativismo.

No ano seguinte, fez um curso para dirigentes de cooperativas em Santiago no Chile. Em 1954, outra bolsa de estudos, de um ano, a levou a Universidade Sr. Francis Xavier, na cidade de Antigonish, na Nova Escócia, no Canadá, para estudar o Movimento Antigonish de Educação de Adultos entre os pescadores, estabelecido como base no principio da reforma social por meio de ação do grupo.

De volta ao Brasil e ao seu emprego no Ministério, Terezita decidiu que faria de tudo para melhorar a vida do trabalhador brasileiro através das Cooperativas de Crédito.

Em 1958, trabalhando no Escritório Católico de Imigração, conheceu um homem que colocou em contato com a CUNA, organização que estava ajudando a fundação de cooperativas de crédito em vários países.

A um passo de realizar seu sonho, Terezita procurou Dom Hélder Câmara, na época, Arcebispo Auxiliar do Rio de Janeiro e secretario da Confederação Nacional do Bispos do Brasil, para que ele assinasse uma carta de pedindo ajuda à CUNA. Vinte dias depois o vice-diretor do Departamento de Extensão Mundial da CUNA, Carlos Matos, chegou ao Rio para conversar com Terezita. Matos não só apoiou Terezita como conseguiu que a Federação da Cooperativas de Crédito de Ilinóis (EUA) contribuísse com 2.400 dólares anuais durante dois anos para o esforço brasileiro.

Com apoio e principalmente com dinheiro, Terezita deu início aos detalhes técnicos da árdua tarefa. Com a ajuda de amigos no Ministério, muitas vezes trabalhava até tarde da noite na tradução dos modelos de estatutos da CUNA para cooperativas de crédito adaptando-os à lei brasileira, de manuais de contabilidades e métodos educacionais, de folhetos instruções para solicitação de registro, bem como discos e livros da CUNA.

Finalidade, em janeiro de 1960, ela anunciou criação da primeira cooperativa de crédito brasileira entre os 80 empregados da Confederação Nacional de Bispos do Brasil.

Entretanto, não foi fácil para está mulher convencer os cautelosos operários. Na Rodhia – na época uma das maiores industrias empregadoras do país – os mil empregados se mostraram incrédulos, temerosos que poderiam roubar-lhes o dinheiro. Somente com interferência de um funcionário da empresa que participou do curso ministrado por Terezita na Universidade Católica do rio de Janeiro e abraçou a causa, que os empregados se dispuseram a criar sua cooperativa de crédito.

Para alcançar a aceitação do público, Terezita não besitava em dar entrevistas a jornais, revistas, rádio e televisão. Em pouco tempo, o movimento cooperativista de crédito cresceu tanto que, para lhe dar maior coesão, foi criada uma federação.

Em 1962, o movimento quase desabou. Não fosse mais uma vez, a garra desta mulher, o decreto de governo que declarou ilegal o cooperativismo de crédito, destruiria todo o trabalho. Terezita não deu ouvidos ao decreto e prosseguiu a sua luta, mesmo sob pressão da SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito. E venceu. Dois anos depois o recém criado Banco central, que assumiu as funções da SUMOC legalizou o cooperativismo de crédito considerado hoje um dos mais importantes do país.

Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região de Alpinópolis Ltda.

Avenida Governador Valadares, 626 - Centro / Alpinópolis - MG - CEP - 37940-000

Telefone: (35) 3523-3850 / Fax: (35) 3523-3865 / e-mail: alpinopolis309100@sicoobcrediminas.com.br